Mostrando postagens com marcador Coisas assim que não interessam a ninguem... Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Coisas assim que não interessam a ninguem... Mostrar todas as postagens

E viva a estupidez humana!

Haja paciencia para tanta desgraça, para tanta crise, para tanta tragédia. Ando numa fase difícil que não quer acabar.. as minhas forças estão sumindo, coragem? Sabe lá Deus onde foi parar.. E cada vez me afundo na percecpção de que tudo só piora a cada dia... É ridiculo, é ridiculo tudo isso!!!
E adianta tanto pessimismo? Adianta? Sei que não. E vamos dar um viva a estupidez humana que é cada vez mais surpreendente!!!!

In love with myself

 O tempo voa. O tempo não espera por ninguém. Ele cura todas as feridas. Tudo que qualquer um de nós quer, é mais tempo. Tempo para se pôr de pé. Tempo para crescer. Tempo para se desprender. Tempo.”

em Grey’s  Anatomy


Sempre fui uma idealista e sempre gostei de ser, apesar de todas as decepções e quedas que por ser assim aconteciam na minha vida. Mudei, não sei qual foi o exato momento, simplesmente aconteceu. E isso não me tornou mais fria ou insensível, apenas mais solta, mais dona das minhas ideias, menos preocupada, menos ansiosa, mais serena e muito mais consciente do que quero pra mim e ciente do que tenho que dar para os outros.  Quero contar aqui, nesse quase diário, pois apesar de sentir isso já há algum tempinho, agora,  está  muito mais consolidado em mim,  como uma pedra, sólida, firme.
Me disseram uma vez, num momento muito, muito triste da minha vida que teria que me amar, para poder amar os outros. Achei aquilo uma afronta, uma mentira. Hoje, relembro do episódio com um sentimento diferente. Pois bem, a verdade é que nunca amei tanto a mim como agora.  Também se chama isso crescer. 


Pra que bulhufas eu tenho um blog?

Andei a pensar hoje, pra que bulhufas eu tenho um blog?

Já tive dois blogues anteriores a este e sempre desisti no terceiro post. Tinha a impressão de estar conversando comigo mesma num espelho, o que não era ruim, mas a minha rebeldia clandestina de adolescente de 13 / 14 anos da época, não me permitiu continuar a escrever o que queria gritar ao mundo, e por causa dessa vontade reprimida, cá estou, neste pequeno pedaço de espaço cibernético compartilhado com zilhões de pessoas que nunca deixam sua opinião, seu recado (fica a dica!) ao me visitarem, me descobrindo publicamente há mais de 1 ano.

Brincadeiras à parte, a verdade é que quero deixar a marca da minha história, do que quero guardar de mim, das experiências bonitas e até mesmo as mais brutais, dos pensamentos bons e menos bons, dos fragmentos que lia ou ouvia e que se encaixavam perfeitamente com aquele momento da minha vida, dos sonhos arredios que possuía, das paixões, das verdades inconstantes e efêmeras.

Quero deixar escrito porque palavras eternizam o que a memória pode esquecer.

E nesse entretempo não vou

Pensar, imaginar, divagar
conjecturar, fantasiar, devanear
traçar, arquitetar, calcular
auspiciar, pressagiar, cismar
ponderar, cogitar ou sequer, sequer considerar


Daqui a pouco eu volto.. ;)

Há dias..

Há dias em que me acho bonita, charmosa, sensual..até. Há outros em que me acho horrível, a mais feia das criaturas. Há dias em que sinto o maior orgulho de mim, e outros em que simplesmente não. Há dias em que me sinto dotada de inteligência e esperteza, mas há aqueles.. que me sinto lerda e burra.

Sei que sou amiga. Mais do que melhor amiga até. Tem pessoas na minha vida por quem daria a minha vida, sem hesitar. Mas há dias em que sou estúpida, rabugenta e insuportável para estas mesmas, só porque estou de mal com a vida.

Há aqueles dias que de tanto acúmulo de mágoas chega a hora em que jogo tudo pra fora, e aí digo o que penso e o que não devia dizer.

Há dias em que me dá vontade de desistir de tudo. Abdicar de tudo o que construí com o meu esforço. Fugir. Ir para bem longe, mudar de cidade, de país, de casa. Começar tudo de novo. E há dias em que sei que jamais seria feliz noutro lugar, se não no que me encontro agora.

Há dias que amanhecem sem beleza. Hoje o dia amanheceu assim. Quando abri os olhos, acordada pelo (terrível?) despertador, desejei, com muita força, ficar na cama o dia inteiro, e dormir um sono que me fizesse esquecer de como as vezes, é difícil enfrentar a nossa verdade e a nossa fragilidade. Dias como esses acontecem para que ao terminarem, possamos sentir-nos gratos pela forma genial que Deus tem de nos surpreender.

E hoje, o dia termina assim.

3 meses depois..


Eis me aqui, atualizando essa bagaça... adoro blogs, adoro ler blogs, adoro blogar também, mas ando sem ter o que escrever, sem criatividade, e toda aquela conversa de não se ter tempo e bla bla bla..que tudo isso se resume em uma palavra: Preguiça!





Maaas, hoje resolvi postar sobre como anda os meus sentimentos em relação a vida, a coisas assim que não interessam a ninguém...

É um estado de graça, é grande, é tão grande que não cabe num dicionário. É um sentimento de mãos dadas com a euforia que enche de graça a existência. Só é preciso não ter pressa, deixar passar o tempo devagarzinho... porque o melhor está por vir.. chegará o tempo de seguir... de descobrir aquelas que podem ser as melhores descobertas..



 
Chêro!!
 

Copyright © 2009 La mélodie de ma vie.. All rights reserved.
Converted To Blogger Template by Anshul Theme By- WooThemes